sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Os Primeiros Passos

Olá Pessoal!!

Hoje vamos falar sobre essa fase tão gostosa e tensa ao mesmo tempo: os primeiros passos do bebê!

Levi sempre foi muito destemido e desde os 7 meses já tentava ficar de pé sozinho, apoiado em alguma coisa. Demorou pra começar a engatinhar, mas eu não liguei muito, pois cada bebê tem um ritmo diferente de desenvolvimento.


Começou a tentar dar passinhos com 9 para 10 meses. E então, com 10 meses e meio começou a andar! Eu fiquei num mix de sentimentos, empolgada pela nova conquista dele e ao mesmo tempo apreensiva porque nunca tinha percebido o quanto uma casa pode ser perigosa para bebês que estão aprendendo a andar!

Hoje, com 11 meses e meio, já está quase "expert" andando e já quer correr!


É uma fase boa pra descanso dos nossos braços, que já não aguentam ficar carregando quase 10 quilos por aí, mas também cansativo porque temos que ficar atentos o tempo todo, para que nenhum acidente aconteça. Pois tudo acontece muito rápido!

E com vocês, como foi essa fase? Vocês são do tipo tensas que ficam atrás do bebê o tempo todo ou mais tranquilas que deixam cair e aprender sozinho?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Introdução Alimentar - Utensílios Necessários

Olá pessoal!!

Voltando à nossa série sobre introdução alimentar, hoje vamos falar sobre os utensílios necessários para essa fase.

Sabemos que a indústria de produtos infantil está aí para nos conquistar e convencer de que precisamos de muuuuitas coisas para nossos bebês. Massss, nem sempre tudo que é lindo e tem muita propaganda é realmente necessário. Na verdade, na maioria das vezes, acabamos comprando um monte de tranqueiras que usamos pouquíssimas vezes.

Eu comprei muitas coisas, tais como: colher dosadora, mamadeiras, copinhos de transição, colheres, pratinho, cadeira de alimentação e alimentador de frutas. De todas essas coisas posso dizer que o que uso mesmo com frequência são as colheres e a cadeira de alimentação!

Acredito que os copinhos de transição, mas pra frente acabaremos usando mais, mas por enquanto vai no copo normal mesmo que achamos bem mais fácil de oferecer líquidos a ele! Os pratinhos infantis são lindos, mas na hora da correria acabamos usando nossos pratos normais mesmo.

Uma coisa que demorei a comprar, por ficar em dúvida se realmente era necessário (e por ser mais caro), foi a cadeira de alimentação. Não queria mais um "trambolho" parado em casa sem uso. Mas nesse caso, agradeço a Deus por ter comprado! Antes de comprar a cadeira, o Levi comia sentado no nosso colo. O que fazia muita sujeira e era bem difícil, pois ele não parava quieto. Além de ser impossível de quem estava dando comida a ele se alimentar também. Essas cadeiras de alimentação são ótimas, pois são compactas, se prendem nas nossas cadeiras normais, caso precise é possível levar para restaurantes e viagens e a criança fica segura para comer! Depois que compramos a cadeira de alimentação melhoraram muito as refeições em casa. Conseguimos dar comida a ele e comer ao mesmo tempo, a sujeira fica somente na cadeira e é muito mais fácil de limpar (observe esse ponto no momento de comprar a sua) e ele já associa toda vez que colocamos ele lá que ele vai comer alguma coisa!

Foi o melhor investimento que fizemos na questão da introdução alimentar do Levi. De resto, meu conselho para vocês é que não precisa de muita coisa. Não tem dinheiro pra comprar aquele kit lindo de pratinhos, colhersinhas e garfinhos da marca X? Não tem problema! Usa o que tem em casa que está de bom tamanho. Eles não sentem diferença alguma!

E vocês, o que compraram para essa fase? Tem alguma dica diferente para dar?


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Amamentação e Volta ao Trabalho

Olá pessoal!

Hoje vamos falar sobre um assunto polêmico: Amamentação! Pra quem não leu meu primeiro post sobre o assunto é só clicar aqui.

Antes de ter o Levi eu sempre achei que amamentação era até os 6 meses e depois não precisava mais. Foi o que ouvi a vida inteira. Ainda mais quando a mãe trabalha, porque é "impossível" continuar amamentando e voltar ao trabalho. MITOS E MAIS MITOS!



Infelizmente, vivemos numa sociedade que não é a favor da amamentação. O controle da indústria de leite artificial e papinhas industrializadas é muito alto, chegam até mesmo a "comprar" médicos para que receitem seus produtos sem uma verdadeira necessidade. Existem casos, raros casos, em que é preciso do leite artificial, mas eles são muito raros mesmo. Na maioria das vezes, as mães, no desespero e medo de seus filhos estarem passando fome, são enganadas por essa indústria e acabam desmamando seus filhos e dando leite artificial.

Quando minha licença maternidade estava quase acabando, comecei a procurar escolinha para o Levi e o que ouvi em TODAS elas foi que eu precisaria desmamá-lo antes de terminar minha licença para que ele não sentisse falta e não sofresse. Quando eu respondia dizendo que iria ordenhar meu leite e mandar pra escola, também ouvia a mesma resposta "Ah, mas você não vai conseguir o suficiente. Vai precisar da fórmula de qualquer jeito". É muita falta de informação e empoderamento das mulheres de hoje em dia.

Me mantive firme na minha decisão, encontrei uma escolinha que gostei da estrutura e das pessoas que cuidariam do meu filho lá. Porém, a questão do leite no início foi quase uma guerra! Eu tirava meu leite todos os dias no trabalho e mandava para a escola no dia seguinte, mas elas fizeram questão de que eu mandasse uma lata de leite para "garantir" que ele não fosse passar fome. Mandei. Me enviaram a lata de volta depois de 30 dias cheia, pois não foi utilizada e ainda queriam que eu mandasse outra pra repor!

Foi aí que conversei seriamente com elas e disse que não enviaria mais lata de leite. Meu leite estava sendo o suficiente para ele e seria um desperdício, de leite e de dinheiro, eu mandar outra lata para estragar,

O intuito desse post é mostrar às mães que é possível SIM voltar a trabalhar e continuar amamentando seu filho! Eu ordenho meu leite todos os dias no trabalho. Consigo tirar uma média de 200ml por dia de leite, e tem sido o suficiente para ele no dia seguinte. Eu não consegui fazer estoque de leite antes de voltar a trabalhar, então eu tiro em um dia para dar no dia seguinte. E nunca faltou!
A questão é confiar em si mesma, no nosso poder de nutrir nosso filho. Não deixar que as opiniões contrárias nos façam desistir, pois o leite materno é o MELHOR alimento para o bebê.

Invista em uma boa bomba de tirar leite, por mais cara que seja, você estará economizando muito mais só de não ter que comprar latas de leite. Acredite que vai dar certo, pois o psicológico conta muito na nossa produção de leite. Enquanto estiver em casa continue com a livre demanda, pois estimulará a produção de leite e vai compensar o tempo que esteve fora e o bebê mamou menos. E siga firme na amamentação de seu bebê! Até um ano de idade o leite materno é o principal alimento do bebê, então não desista!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Quando eles ficam doentes

Se quer ver uma mãe louca de preocupação é quando seus filhos ficam doentes, não é mesmo?!

Me lembro da primeira febre do Levi e como fiquei sem chão, sem saber o que fazer, ou até mesmo se eu havia feito algo de errado para ele estar daquele jeito!

Fato é que não podemos evitar. Inevitavelmente eles ficarão doentes. Infelizmente.

E isso não significa que somos mães ruins ou que estamos fazendo tudo errado. Significa, simplesmente, que eles são seres humaninhos (haha) e que estão crescendo e desenvolvendo seu sistema imunológico.

O Levi tem 9 meses e já teve febre, faringite, sapinho, resfriado e agora a doença da vez é a conjuntivite! Sim, ele pegou conjuntivite essa semana. Dá uma dózinha, porque como é bebê não sabe ainda se expressar direito e nem entende o que está acontecendo. Mas já estamos tratando e logo ficará bem!


Temos que ter isso em mente, que as doenças aparecerão e nossa parte é cuidar deles com o nosso melhor, com as instruções dos médicos e com muuuuuito amor e carinho. Porque isso faz TODA diferença nesses momentos. Tanto pra gente, quanto pra eles!

Ah! E muito leite materno nessas horas, pois lá tem bastante anticorpos para ajudá-los a combater essas doenças! 😍😍

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Introdução Alimentar - Papas Salgadas

Olá pessoal!!

Hoje falaremos sobre as papas salgadas na introdução alimentar.



Como eu já disse anteriormente, eu optei por iniciar a introdução alimentar do Levi pelo método tradicional das papinhas. Não tive segurança para seguir pelo método BLW, e umas das premissas para o método é a mãe ou cuidador estar muito seguro no método escolhido.

Após um mês oferecendo frutas ao Levi, iniciamos com as papinhas salgadas no almoço. No começo ele fazia cara feia a cada alimento novo que era oferecido, mas nunca recusou, sempre comeu tudo! Após 2 semanas almoçando, começamos também a oferecer a janta.

As papinhas de bebê não devem nunca ser processadas em liquidificador, mixer ou passadas em peneiras, pois esses processos eliminam as fibras dos alimentos. O ideal é cozinhar bem os alimentos e amassar com um garfo grosseiramente.

Outro ponto importante, que eu não sabia antes de iniciar minhas pesquisas, é que o ideal não é fazer aquela misturada de vários legumes numa papinha, e sim fazer papinhas separadas de cada alimento (cenoura, batata, mandioquinha, abóbora, etc) e oferecer separadamente ao bebê. Desta forma, eles irão se familiarizar com o sabor, textura e cor de cada alimento e terão menos chances de recusa quando forem oferecidos individualmente nas refeições sólidas.

Antes de passar com a nutricionista do Levi, eu tinha muita dúvida sobre como combinar os alimentos. Ela me passou a tabela abaixo e eu tenho seguido até hoje. Na verdade, tenho tentado colocar ela em prática até mesmo para mim! Afinal, alimentação saudável não deve ser somente para o bebê, certo?!


O Levi nunca teve nenhuma reação alérgica a nenhum alimento, mas cada vez que oferecemos algo novo ficamos de olho para ver se não acontece nenhuma reação. Um dos alimentos que é muito polêmico é o ovo. Muitas pessoas e até médicos dizem que não se deve comer ovo muito cedo, pois pode causar alergia. Estudos mais recentes e atualizados, inclusive no Manual de Orientação de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, indicam que deve-se comer ovo desde os 6 meses no início da introdução alimentar, e não somente a gema, como algumas pessoas pensa, e sim o ovo inteiro! Esses estudos chegaram a conclusão de que quanto mais cedo for oferecido o ovo menos chances de desenvolvimento de alergia a criança terá!

Então, capricha na diversidade de alimentos oferecidos ao bebê desde o início, fiquem de olho em caso de reações e bora ter bebês muito saudáveis!!